17 de maio de 2010
5 de fevereiro de 2010
OS ROMANOS: 5º Ano
Primeiros Povos: 5º Ano
Many secrets remain surrounding the creation of Stonehenge. Archaeologists try to unravel the mystery.
New Stonehenge Discovery
Archaeologists uncover new sites that help reveal the truth about Stonehenge.
CAVACO SILVA: Presidente da República
![]() |
| Aníbal António Cavaco Silva |
Aníbal António Cavaco Silva nasceu em Boliqueime, Loulé, a 15 de Julho de 1939.
Foi eleito Presidente da República em 2006.
Licenciou-se em Finanças no ISCEF, actual Instituto Superior de Economia e Gestão. Em 1974 concluiu o doutoramento em Economia na Universidade de York, no Reino Unido.
Foi eleito presidente do Partido Social Democrata em Junho de 1985, cargo que exerceu até 1995.
Foi primeiro-ministro de Portugal de 6 de Novembro de 1985 a 28 de Outubro de 1995, tendo sido a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo do país desde o 25 de Abril.
JORGE SAMPAIO: Presidente da República
![]() |
| Jorge Fernando Branco de Sampaio |
Jorge Fernando Branco de Sampaio nasceu em Lisboa a 10 de Setembro de 1939.
Licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa. Participou activamente na crise académica de 1962, sendo presidente da RIA (Reunião Inter-Associações). Foi defensor de alguns acusados no processo do assalto ao quartel de Beja.Em 1969 foi candidato e deputado pela CDE.
Ajudou à criação do MES (Movimento da Esquerda Socialista) em Dezembro de 1974. Em 1975 foi secretário de Estado da Cooperação Externa do IV Governo Provisório. Participou na criação do GIS (Grupo de Intervenção Socialista).
Em 1978 e à semelhança de outros elementos da Intervenção Socialista integrou-se no PS. Em 79 entrou para a Comissão Política e depois para o Secretariado Nacional. Fez parte do chamado grupo do ex-Secretariado que dividiu o PS, entrando em 1983 para a Comissão Nacional.
Na IV Legislatura foi vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS e na V foi o presidente. Com a demissão de Vítor Constâncio, candidatou-se e foi eleito secretário-geral do PS, sendo também eleito membro do Conselho de Estado.
Nas autárquicas de 1989 foi eleito presidente da Câmara Municipal de Lisboa e reeleito em 1993, cargo que abandonou em 1995 para poder concorrer às Presidenciais de 96. Ao vencer essas eleições tornou-se no 5º Presidente da República pós-25 de Abril.
Colaborou em diversos órgãos de comunicação social escrita, casos da Seara Nova e do Expresso.
MÁRIO SOARES: Presidente da Repúlica
![]() |
| Mário Alberto Nobre Lopes Soares |
Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu em Lisboa a 7 de Dezembro de 1924.
Estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se iniciou em acções políticas contra o Estado Novo, que lhe acarretaram a passagem pelas prisões da polícia política e o exílio.
Advogado, defendeu em tribunais plenários numerosos opositores do regime.
Foi um dos fundadores do Partido Socialista, vindo a ser o primeiro secretário-geral.
Regressou a Portugal após o 25 de Abril de 1974, ocupando a pasta dos Negócios Estrangeiros, passando a ser responsável pelas negociações que levariam à independência das colónias portuguesas.
No plano da política interna, destacou-se principalmente pela oposição à influência política e social de comunistas e partidos de extrema-esquerda, combatendo não só o peso daqueles dentro das instituições militares e no aparelho de Estado, mas também a proposta de unicidade sindical.
Foi primeiro-ministro por três vezes, assumindo o poder sempre em situações de enorme gravidade.
Ascendeu a Presidente da República, cumprindo dois mandatos sucessivos entre 1986 e 1996, durante os quais se empenhou, repetidamente, quer pela dinamização das relações externas, quer pela auscultação das aspirações e reclamações populares, através de presidências abertas que o levaram a percorrer praticamente todo o território nacional.
RAMALHO EANES: Presidente da República
![]() |
| António dos Santos Ramalho Eanes |
António dos Santos Ramalho Eanes nasceu em Alcains a 25 de Janeiro de 1935.
Oficial do Exército, encontrava-se em Angola em 25 de Abril de 1974. Ganhou notoriedade quando organizou a resistência ao golpe das forças de esquerda em 25 de Novembro de 1975. A sua vitória nesse confronto justificou a sua nomeação para o posto de chefe do Estado-Maior do Exército, o que lhe permitiu intervir decisivamente na reorganização das forças militares, que regressaram aos quartéis abandonando a política, e na redacção e aprovação da Lei Constitucional das Forças Armadas, que institucionalizou a despolitização das mesmas.
No ano seguinte, foi eleito Presidente da República, cargo que ocupou até 1986, em dois mandatos sucessivos, por maiorias amplas.
Os dez anos da sua presidência foram, apesar da consolidação institucional da democracia representativa, anos de instabilidade política acentuada.
Eanes nomeou seis governos, experimentando diversas coligações. Ao aproximar-se o final do seu segundo mandato, a desilusão com a classe política levou-o a apadrinhar a constituição de um novo partido (PRD-Partido Renovador Democrático).
COSTA GOMES: Presidente da República
![]() |
| Francisco da Costa Gomes |
Francisco da Costa Gomes nasceu em Vila Real a 30 de Junho de 1915 e morreu a 31 de Julho de 2001.
Entrou para o corpo do Estado-Maior em 1948. Foi secretário de Estado num Governo de Salazar (1958-1961), tendo sido destituído devido à sua participação no golpe de Estado falhado do general Botelho Moniz.
A sua carreira militar decorreu em grande parte nas colónias em guerra, Moçambique e Angola, em funções de comando e direcção, tendo assumido o cargo de chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, em 1973. No entanto, foi exonerado por apoiar o livro «Portugal e o Futuro» do general António de Spínola.
Costa Gomes foi eleito Presidente da República (1974-1976) depois de, em 18 de Setembro de 1974, Spínola tentar um golpe de força com a finalidade de impedir a radicalização da revolução. 0 período que se seguiu foi marcado pelo entrecruzar de linhas políticas antagónicas que colocaram, por vezes, o país à beira da guerra civil. Costa Gomes realizou equilíbrios sucessivos entre as forças em conflito, particularmente entre o golpe spinolista de 11 de Março de 1975 e o golpe de 25 de Novembro.
Foi durante o seu mandato (1974-1976), que se concluiu o processo de independência das colónias e a aprovação da Constituição da República.
ANTÓNIO DE SPÍNOLA: Presidente da República
![]() |
| António Sebastião Ribeiro de Spínola |
António Sebastião Ribeiro de Spínola nasceu a 11 de Abril de 1910 e morreu com 86 anos.
Foi presidente da República no período pós 25 de Abril. Militar de carreira, foi voluntário nas forças expedicionárias a Angola no início da guerra colonial.
Entre 1968 e 1973 foi governador da Guiné. Exerceu uma política de respeito pela individualidade das etnias guineenses ao mesmo tempo que prosseguia a guerra por todos os meios ao seu dispor. Quando regressou a Portugal, foi nomeado vice-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, vindo depois a demitir-se.
Regressou a uma posição de grande destaque após o 25 de Abril de 1974, acumulando as funções de Presidente da Junta e de Presidente da República (15-5-1974 a 30-9-1974).
No entanto, rapidamente entrou em choque com as correntes mais radicais do Movimento das Forças Armadas.
Demitiu-se, mas continuou a organizar forças contra o regime, do qual resultou o golpe militar de 11 de Março de 1975. Sofreu nova derrota, exilando-se em Espanha e depois no Brasil, de onde dirigiu uma organização clandestina (MDLP - Movimento Democrático de Libertação de Portugal) que se empenhou na luta contra o regime democrático.
Regressou a Portugal, sendo reintegrado nas Forças Armadas e mais tarde promovido ao posto de marechal (1981) durante o mandato de Ramalho Eanes.
AMÉRICO TOMÁS: Presidente da República
![]() |
| Américo de Deus Rodrigues Tomás |
Américo de Deus Rodrigues Tomás nasceu em Lisboa a 19 de Novembro de 1894 e morreu em Cascais a 18 de Setembro de 1987.
Foi Presidente da República Portuguesa de 9 de Agosto de 1958 a 25 de Abril de 1974.
Em 30 de Dezembro de 1916 concluiu o curso da Escola Naval. Durante a 1 Guerra Mundial serviu na escolta aos navios que demandavam a Inglaterra e o Norte de França.
De 1919 a 1936 trabalhou na missão hidrográfica da costa portuguesa.
Presidente da Junta Nacional da Marinha Mercante (23.1.1940 a 6.9.1944), sobraçou a pasta da Marinha de 6.9.1944 a 15.5.1958; remodelou a marinha mercante e a Escola Náutica e fundou a Escola de Marinheiros e de Mecânicos da Marinha Mercante.
Como chefe de Estado percorreu praticamente todo o território nacional: o continente, as ilhas e o ultramar. Para ajudar à solução do problema habitacional, criou a Fundação Salazar. Viu renovado o seu mandato em 1965 e 1972.
Foi deposto em 25 de Abril de 1974, tendo partido para o exílio no Brasil. Regressou a Portugal em 23 de Julho de 1978.
CRAVEIRO LOPES: Presidente da República
![]() |
| Francisco Higino Craveiro Lopes |
Francisco Higino Craveiro Lopes nasceu em Lisboa a 12 de Abril de 1894 e morreu a 2 de Setembro de 1964.
Foi comandante-geral da Legião Portuguesa entre 1944 e 1950.
Foi Presidente da República entre 1951 e 1958.
Durante o seu mandato presidencial assumiu uma posição discreta.
As suas simpatias pelo sector liberalizante do regime provocaram alguma desconfiança por parte de Salazar que o preteriu na escolha do candidato ao novo mandato.
Em compensação, Salazar pomoveu-o a marechal.
ÓSCAR CARMONA: Presidente da República
![]() |
| António Óscar de Fragoso Carmona |
António Óscar de Fragoso Carmona nasceu em Lisboa a 24 de Novembro de 1869 e morreu igualmente em Lisboa a 18 de Abril de 1951.
Foi Presidente da República de 1928 a 1951.
Marechal do exército, foi um dos mentores da conspiração de 28 de Maio de 1926. Liderou o golpe que afastou Gomes da Costa e assumiu a Presidência da República em finais de 1926.
Foi sob a sua presidência que o novo regime se consolidou, tendo sido formalmente eleito Presidente em 1928, numas eleições em que surgiu como único candidato.
Com Salazar na chefia do governo, Carmona foi presidente durante vários mandatos, até à sua morte.
GOMES DA COSTA: Presidente da República
![]() |
| Manuel de Oliveira Gomes da Costa |
Manuel Gomes da Costa. Presidente da República de 17 de Junho a 9 de Julho de 1926. Nasceu em Lisboa a 14 de Janeiro de 1863 e morreu igualmente a Lisboa em 17 de Dezembro de 1929.
Marechal do exército e político. Distinguiu-se na pacificação de Moçambique e no comando das tropas portuguesas na Flandres, durante a 1ª Guerra Mundial.
Comandou o golpe militar de 28 de Maio de 1926, no decorrer do qual assumiu a chefia do Governo e do Estado.
A 9 de Julho, no entanto, após um outro golpe militar, foi destituído dos seus cargos e deportado para os Açores.
Acabou por morrer na miséria.
MENDES CABEÇADAS: Presidente da República
![]() |
| José Mendes Cabeçadas Júnior |
José Mendes Cabeçadas Júnior nasceu em Lagoa de Momprolé, Loulé, a 19 de Agosto de 1883 e morreu a 11 de Junho de 1965.
Estudou na Escola Politécnica e na Escola Naval.
Após ter prestado serviço em Moçambique (1908-1909), participou na preparação do movimento que implantou a República. Na noite de 3 para 4 de Outubro de 1910, assumiu revolucionariamente o comando do Adamastor, dando o sinal para início da revolução que implantou a República.
Comandou diversos navios durante a 1ª Guerra Mundial. Foi dos elementos mais activos na preparação do 28 de Maio de 1926, passando depois a chefiar o governo, em que reservou para si quase todas as pastas. Foi derrubado pelo golpe de Estado do general Gomes da Costa.
Teve acção notável à frente do Arsenal do Alfeite. Foi promovido a vice-almirante em 1937.
MANUEL TEIXEIRA GOMES: Presidente da República
Manuel Teixeira Gomes nasceu em Portimão a 27 de Maio de 1860 e morreu em Bougie (Argélia) a 18 de Outubro de 1941.
Foi Presidente da República de 6 de Agosto de 1923 a 11 de Dezembro de 1925.
Intelectual e escritor de grande prestígio, foi o sétimo Presidente da República Portuguesa.
0 seu mandato foi marcado pela constante preocupação de procurar os consensos possíveis entre as forças partidárias.
Cansado da instabilidade parlamentar e das sucessivas tentativas de golpes militares, acabou por renunciar ao mandato em 7 de Dezembro de 1925.
ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA: Presidente da República
![]() |
| António José de Almeida |
António José de Almeida nasceu em Vila da Vinha, concelho de Penacova, a 17 de Julho de 1866 e morreu a 31 de Outubro de 1929.
Foi Presidente da República de 1919 a 1923.
Médico e importante político republicano, fundador do Partido Evolucionista, chegou a presidir a um governo em 1916.
Em Agosto de 1919 foi eleito Presidente do República em renhido despique com Teixeira Gomes.
Foi o único presidente da 1ª República a cumprir integralmente o seu mandato, marcado, no entanto, por grande instabilidade: nada menos do que dezasseis governos.
CANTO e CASTRO: Presidente da República
![]() |
| João do Canto e Castro |
João do Canto e Castro nasceu em Lisboa a 19 de Maio de 1862 e morreu a 14 de Março de 1934.
Oficial da Marinha, foi promovido a contra-almirante em 1917.
De ideias monárquicas, aceitou ser ministro de Sidónio Pais. Após o assassinato deste, foi eleito Presidente da República pelo Congresso, e apenas pelo curto período que restava para que se cumprisse o mandato de Bernardino, ou seja, até 5 de Outubro de 1919.
Apesar das dificuldades, conseguiu assegurar a realização de eleições, em Junho de 1919, que deram de novo a maioria ao Partido Democrático.
SIDÓNIO PAIS: Presidente da República
![]() |
| Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais |
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu em Coimbra a 1 de Maio de 1872 e morreu em Lisboa a 14 de Dezembro de 1918.
Oficial do exército e doutorado em Matemática pela Universidade de Coimbra, foi ministro do Fomento e das Finanças (1911) e embaixador em Berlim (19133).
Revoltado contra a anarquia reinante, apoderou-se do poder e instalou uma ditadura.
Em 9 de Maio de 1918, este regime de excepção foi legitimado pela eleição de Sidónio Pais como Presidente da República por sufrágio directo e universal.
Acabou por morrer assassinado, em 14 de Dezembro de 1918, na estação do Rossio, quando se preparava para se deslocar ao Porto.
BERNARDINO MACHADO: Presidente da República
![]() |
| BERNARDINO MACHADO: |
Veio para Portugal ainda criança. Professor Catedrático de Filosofia da Universidade de Coimbra, perdeu a primeira eleição para Presidente da República, foi primeiro-ministro em 1913 e acabou por ser eleito presidente em 1915.
Foi deposto do seu cargo, em 1917, na sequência da ditadura de Sidónio Pais.
Reeleito em 1926, viu-se novamente deposto em 1926.
Foi Grão-Mestre da Maçonaria e pai de vinte filhos.
TEÓFILO BRAGA: Presidente da República
Vida e ObraJoaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu em Ponta Delgada a 24 de Fevereiro de 1843 e morreu em Lisboa, a 28 de Janeiro de 1924.
Escritor, professor universitário e político, foi o Chefe do Governo Provisório antes de ser nomeado Presidente da República, a fim de completar o mandato de Manuel da Arriaga.
Exerceu este cargo entre 29 de Maio de 1915 e 5 de Outubro de 1915.
Para além da sua actividade política, Teófilo Braga notabilizou-se como historiador da literatura portuguesa, tendo publicado várias obras que ficaram célebres.
MANUEL de ARRIAGA 1º Presidente da República
Vida e ObraManuel José de Arriaga Brum da Silveira foi o primeiro Presidente da República Portuguesa. Exerceu o cargo entre 1911 e 1915.
Nasceu na Horta a 8 de Julho de 1840 e morreu em Lisboa a 5 de Março de 1917.
Foi advogado, escritor e dirigente do Partido Republicano.
Foi eleito pelo Congresso, vencendo Bernardino Machado.
O seu mandato decorreu num período agitado, tendo sido obrigado a renunciar por um movimento revolucionário, que derrubou a ditadura de Pimenta de Castro.(adaptado)
PROGRAMA:Unidades do 6 º Ano
6-1.1-O Império Colonial Português do século XVIII
6-1.2-A sociedade portuguesa no tempo de D. João V
6-1.3-A Lisboa pombalina
02-1820 e o Liberalismo
6-2.1-As Invasões Napoleónicas
6-2.2-A Revolução Liberal de 1820
6-2.3-A luta entre liberais e absolutistas
03-Portugal na segunda metade do século XIX
6-3.1-O espaço português
6-3.2-A vida quotidiana
04-A queda da Monarquia e a 1ª República
6-4.1-A acção militar no 5 de Outubro e a queda da monarquia
6-4.2-A 1ª República
05-Os anos da Ditadura
6-5.1-O Golpe Militar de 28 de Maio
6-5.2-Salazar e o Estado Novo
6-5.3-A Guerra Colonial
06-O 25 de Abril e a construção da Democracia
6-6.1-A acção militar e popular em 25 de Abril de 1974
6-6.2-A independência das colónias
6-6.3-A Constituição de 1976 e o restabelecimento da democracia
07-A população portuguesa no limiar do século XXI
6-7.1-A evolução da população portuguesa
6-7.2-Características da população portuguesa
6-7.3-Distribuição espacial da população portuguesa
08-Os lugares onde vivemos
6-8.1-Os campos: os vestígios do passado e as mudanças
6-8.2-Os centros urbanos: áreas de atracção da população
6-8.3-Problemas na vida quotidiana das cidades e dos campos
09-As Actividades Económicas que desenvolvemos
6-9.1-O mundo do trabalho
6-9.2-As principais actividades económicas
10-Como ocupamos os tempos livres
6-10.1-O lazer
6-10.2-Importância das áreas de protecção da natureza
11-O Mundo mais perto de nós
6-11.1-Os transportes e as comunicações
6-11.2-Espaços em que Portugal se integra
PROGRAMA: Unidades do 5 º Ano
5-1.1-A Península Ibérica na Europa e no mundo
5-1.2-Características Naturais da Península Ibérica
5-1.3-Os Recursos Naturais e a fixação humana
02-Os Romanos na Península Ibérica
5-2.1-A Conquista Romana e a resistência dos Povos Ibéricos
5-2.2- A Romanização e o fim do domínio Romano
03-Os Muçulmanos na Península Ibérica
5-3.1-A ocupação Muçulmana da Península Ibérica
5-3.2-Cristãos e Muçulmanos no período da Reconquista
5-3.3-A herança Muçulmana
04-Formação do Reino de Portugal
5-4.1-D. Afonso Henriques e a luta pela Independência
05-Portugal no século XIII
5-5.1-O Reino de Portugal e do Algarve
5-5.2-A Vida Quotidiana
06-1383/85 - Um tempo de Revolução
5-6.1-A morte de D. Fernando e o problema da sucessão
5-6.2-As movimentações populares e os grupos em confronto
5-6.3-A resistência à invasão castelhana
5-6.4-A consolidação da independência
07-Portugal nos séculos XV e XVI
5-7.1-De Portugal às ilhas atlânticas e ao Cabo da Boa Esperança
5-7.2-A chegada à Índia e ao Brasil
5-7.3-O Império Português no século XVI
5-7.4-A vida urbana no século XVI - Lisboa quinhentista
08-Da União Ibérica à Restauração
5-8.1-A morte de D. Sebastião e a sucessão ao trono
5-8.2-O Domínio Filipino e os levantamentos populares
5-8.3-A Revolva do 1º de Dezembro de 1640 e a Guerra da Restauração
25 de outubro de 2009
NUMERAÇÃO ROMANA
As 7 letras que os Romanos utilizavam como numerais são:
1:I
5:V
10:X
50:L
100:C
500:D
1000:M
Repetindo cada símbolo duas ou três vezes (nunca mais que três) o número fica duas ou três vezes maior: Os símbolos V, L e D não se repetem.
2:II
3:III
20:XX
30:XXX
200CC
300CCC
2000MM
3000MMM
As letras I, X ou C colocam-se à esquerda de outras de maior valor para representar a diferença deles, obedecendo às seguintes regras:
I só se coloca à esquerda de V ou de X;
X só se coloca à esquerda de L ou de C;
C só se coloca à esquerda de D ou de M;
Se a um símbolo colocarmos à sua direita um símbolo de menor valor, este último símbolo soma o seu valor ao valor do outro. Assim:
6:VI (5+1)
12:XII (10+2)
53:LIII (50+3)
110:CX (100+10)
Se a um símbolo colocarmos à sua esquerda um símbolo de menor valor, este símbolo diminui o seu valor ao valor do outro:
4:IV (5-1)
9:IX (10-1)
40:XL (50-10)
90:XC (100-10)
400: CD (500-100)
900:CM (1000-100)
Cada barra sobreposta a uma letra ou a um grupo de letras multiplica o seu valor por mil:
_
V:5000
_
XV:15000
_
_
IV: 4000000
_
_
L:50000
FICHA DE TRABALHO
1.Representa em numeração Romana os números da tabela:
49
64
99
4444
12453
8008008
2.Representa em numeração Árabe os números da tabela:
CCCL
CCXX
DCCV
CCCLIX
MCLXII
CMXLIV
3.Completa as frases com a data em numeração Romana:
Portugal tornou-se um reino independente em_____ . (1143);
Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões foram publicados a primeira vez em_____ . (1572);
Em Portugal, a República substituiu a Monarquia em_____ . (1910);
O poeta Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em ______ . (1888);
O "25 de Abril" deu-se em______ . (1974)
Um desafio...
Quantos números se podem representar, no sistema de numeração romano, utilizando exactamente três fósforos?
Uma Curiosidade...
Os Romanos, frequentemente, escreviam IIII (4) em vez de IV. Isto, ainda hoje, pode observar-se nas esferas de alguns relógios. A numeração romana usou-se na numeração de livros nos países europeus até ao século XVIII.
Soluções:
Numeração Romana:
1.
XLIX
LXIV
XCIX
IVCDXLIV
XIICDLIII
VIIIVIII
2.
350
220
705
359
1162
944
3. As datas são as seguintes:
MCXLIII; MDLXXII; MCMX; MDCCCLXXXVIII; MCMLXXIV.
Resposta ao desafio:
As hipóteses possíveis são: III, VI, IV, IX, XI, LI, C(sem ser curvo), V , L e X. Ou seja, são dez hipóteses!
APRENDER A LINGUAGEM DO TEMPO HISTÓRICO
A Cronologia é a ciência do tempo, que se ocupa a ordenar e datar os acontecimentos. Desde cedo, os Homens arranjaram marcos a partir dos quais faziam a contagem dos anos. Assim nasceram as Eras.
Hoje, o mundo rege-se pela Era Cristã, mas nem sempre foi assim, como podes ver na tabela
ERA
…das Olimpíadas
…da fundação de Roma
…de César ou Hispânica (1)
…de Cristo (2)
…de Maomé
ACONTECIMENTO ESCOLHIDO PARA O INÍCIO DA CONTAGEM
Primeiros Jogos Olímpicos
Fundação de Roma
Conquista definitiva da Península Ibérica pelos Romanos
Nascimento de Cristo
Hégira (fuga de Maomé de Meca para Medina)
ANO DO INÍCIO DA CONTAGEM
776 a.C.
753 a.C.
38 a.C.
1 d.C.
622 d.C
1 – A Era de César ou Hispânica foi usada em Portugal até 1422 (Reinado de D. João I).
2 – A era universalmente adoptada: Era Cristã.
BARRA CRONOLÓGICA
PRÉ-HISTÓRIA
Antes da invenção da escrita:
IDADE DA PEDRA
NEOLÍTICO: Da invenção da agricultura à invenção da escrita.
HISTÓRIA
Depois da invenção da escrita:
IDADE ANTIGA:Do 4.º milénio a.C. (invenção da escrita) a 476 d.C. (queda do Império Romano do Ocidente).
CIVILIZAÇÕES PRÉ-CLÁSSICAS:Do 4.º milénio a.C. (invenção da escrita) ao início do século V a.C. (apogeu grego).
CIVILIZAÇÕES CLÁSSICAS:Do século V a.C. a 476 d.C. (civilizações grega e romana).
IDADE MÉDIA: De 476 d.C. a 1453 d.C. (queda do Império Romano do Oriente – Império Bizantino).
IDADE MODERNA: De 1453 a 1789 (início da Revolução Francesa)
IDADE CONTEMPORÂNEA: De 1789 aos nossos dias.
A CONTAGEM DO TEMPO
A contagem do tempo é feita em função da data do nascimento de Cristo (Era Cristã). Se um facto ocorreu antes, acrescentamos à frente da data a sigla a.C.; se aconteceu depois, não precisamos de acrescentar a sigla d.C. (embora nada nos proíba de o fazer).
Antes de Cristo (a.C.) Depois de Cristo (d.C.)
ANOS: 400 a.C. 300 a.C. 200 a.C. 100 a.C. 1 a.C._ Nascimento de Cristo_1 100 200 300 400
SÉCULOS: IV a.C III a.C. II a.C I a.C. I II III IV
Podemos, também, agrupar os anos em conjuntos, como nos seguintes exemplos:
DESIGNAÇÃO / Nº DE ANOS
Um lustro / 5
Uma década / 10
Um século / 100
Um milénio / 1000
Quando começa e quando termina um século? Eis alguns exemplos para perceberes:
Século I : Do ano 1 até ao fim do ano 100
Século II: Do ano 101 até ao fim do ano 200
Século XI: Do ano 1001 até ao fim do ano 1100
Século XVI: Do ano 1501 até ao fim do ano 1600
Século XX: Do ano 1901 até ao fim do ano 2000
Século XXI: Do ano 2001 até ao fim do ano 2100
Quando uma data termina em dois zeros, o número das centenas indica o século.
Assim: O ANO PERTENCE AO:
100 : Século I
1000: Século X
1100: Século XI
2000: Século XX
Quando uma data não termina em zeros, soma-se uma unidade (1) ao número das centenas:
Assim:O ANO PERTENCE AO:
044 a.C Século I a.C. (0 + 1 = 1) (as datas antes de Cristo são sempre assinaladas com a sigla a.C.)
014 Século I (0 + 1 = 1) (as datas depois de Cristo não precisam de ser assinaladas com a sigla d.C.)
476 Século V (4 + 1 = 5)
1998 Século XX (19 + 1 = 20)
2008 Século XXI (20 + 1 = 21)
MAPAS
Noções básicas A cartografia — a técnica e a arte de produzir mapas — é a linguagem da Geografia. Mapas físicos, políticos e temáticos revelam os aspectos visíveis da paisagem ou as fronteiras políticas, espelham projectos de desenvolvimento regional ou contribuem para organizar operações militares. As tentativas de cartografar o espaço geográfico remontam aos povos antigos, que já registavam elementos da paisagem e fixavam pontos de referência para seus deslocamentos e expedições. A cartografia se desenvolveu paralelamente ao comércio e à guerra, acompanhando a aventura da humanidade. Actualmente, a produção de mapas emprega técnicas sofisticadas, baseadas nas fotografias aéreas e em imagens obtidas por satélites de sensorialmente remoto. Mapas são fontes de saber e de poder. Os mapas e cartas geográficas correspondem a instrumentos fundamentais da linguagem e da análise geográficas. Eles têm uma função primordial: conhecimento, domínio e controle de um determinado território. Por isso, são fonte de informações que interessam a quem tem poder político e económico.
Lembrete
Termos mapa e carta são muitas vezes usados como sinónimos. No entanto, de maneira geral, os mapas correspondem às representações mais genéricas (como um planisfério), enquanto as cartas geográficas normalmente consistem em representações de espaços mais restritos e com maior grau de detalhadamente, como as constantes do guia de ruas de uma cidade.
Elementos principais de um mapa
Todo bom mapa deve conter quatro elementos principais: título, escala, coordenadas geográficas e legenda.
Esses elementos asseguram a leitura e a interpretação precisas das informações nele contidas.
TÍTULO. Descreve a informação principal que o mapa contém. Um mapa com o título “Brasil físico” deve trazer o nome e a localização dos principais acidentes do relevo, assim como os principais rios que cortam o país.
Já um mapa com o título “Brasil político” necessariamente terá a localização e o nome das unidades federativas, assim como as suas respectivas capitais e, eventualmente, outras cidades principais.
Outras informações que esses mapas porventura contiverem, como as principais cidades num mapa físico ou os rios mais importantes num mapa político, são consideradas secundárias e, portanto, não devem ser sugeridas no título.
ESCALA. Indica a proporção entre o objecto real (o mundo ou uma parte dele) e sua representação cartográfica, ou seja, quantas vezes o tamanho real teve de ser reduzido para poder ser representado.
Consideremos o seguinte exemplo: um mapa na escala 1:10.000.000 indica que o espaço representado foi reduzido de forma que 1 centímetro no mapa corresponde a 10 milhões de centímetros ou 100 quilómetros do tamanho real.
Deve-se estabelecer a escala de um mapa antes de sua elaboração, levando-se em conta os objectivos de sua utilização.
Quanto maior for o espaço representado, mais genéricas serão as informações.
Em contrapartida, quanto mais reduzido o espaço representado, mais particularizadas serão as informações.
Mapas em diferentes escalas servem para diferentes tipos de necessidades:
Escalas númericas
• mapas em pequena escala (como 1:25.000.000) proporcionam uma visão geral de um grande espaço, como um país ou um continente;
• mapas em grande escala (como 1:10.000) fornecem detalhes de um espaço geográfico de dimensões regionais ou locais.
Por exemplo, em um mapa do Brasil na escala 1:25.000.000, qualquer capital de estado será representada apenas por um ponto, ao passo que num mapa 1:10.000 aparecerão detalhes do sítio urbano de qualquer cidade.
A representação das escalas cartográficas que usamos até agora é a numérica. Porém, existe uma outra forma de representar a escala: a forma gráfica.
A escala gráfica aparece sob a forma de uma recta dividida em várias partes, cada uma delas com uma graduação de distâncias.
A sua utilidade é a mesma da escala numérica.
COORDENADAS GEOGRÁFICAS.
São linhas imaginárias traçadas sobre os mapas, essenciais para a localização de um ponto na superfície terrestre. Essa localização é o resultado do encontro de um paralelo e sua respectiva latitude (o afastamento, medido em graus, do paralelo em relação ao Equador) e de um meridiano e sua respectiva longitude (o afastamento, medido em graus, do meridiano em relação ao meridiano principal ou de Greenwich).
LEGENDAS.
Permitem interpretar as informações contidas no mapa, desde a constatação da existência de um determinado fenómeno até os diferentes graus de intensidade em que ele se apresenta.
As legendas podem vir representadas por cores, símbolos ou ícones de diversos tipos, ou utilizar combinações dessas várias representações. No uso de legenda com cores, é necessário seguir algumas regras determinadas pelas convenções cartográficas.
O azul, por exemplo, presta-se para a representação de fenómenos ligados à água, como oceanos, mares, lagos, rios.
Na representação de um fenómeno com várias intensidades, a graduação da cor utilizada deve manter relação directa com a intensidade do fenómeno.
Assim, num mapa de densidades demográficas, as maiores densidades são representadas por uma cor ou tonalidade mais forte do que as menores densidades.
Ao produzir representações cartográficas de fenómenos da natureza, as cores também podem sugerir as características do fenómeno.
Em geral, os mapas climáticos utilizam as cores “quentes” (alaranjado, vermelho) para representar climas “quentes” (tropical, equatorial, desértico), ficando as cores “frias” reservadas aos climas mais frios.
Similarmente, os mapas de vegetação representam as florestas tropicais por meio de várias tonalidades de verde.
Já nos mapas de relevo, a cor verde deve ser reservada para as planícies, bacias ou depressões, enquanto o amarelo é utilizado para os planaltos e o castanho, para as áreas mais elevadas, como as cadeias montanhosas.
A leitura de mapas Ler mapas é um processo de descodificação, que envolve algumas etapas metodológicas básicas.
Inicia-se a leitura pela observação do título. Temos de saber, inicialmente, qual é o espaço representado, seus limites e as informações constantes no mapa.
Depois, é preciso interpretar a legenda ou a descodificação propriamente dita, relacionar os significantes e significados espalhados no mapa. Só então será possível reflectir sobre aquela distribuição e/ou organização.
Deve-se observar também a escala (gráfica ou numérica) indicada no mapa para posterior cálculo das distâncias ou das dimensões do fenómeno representado, a fim de se estabelecer comparações ou interpretações.
Ler mapas significa, portanto, dominar esse sistema semiótico que é a linguagem cartográfica.
O EQUADOR
é um círculo máximo perpendicular ao Eixo da Terra [Eixo da Terra é alinha dos pólos «PN-PS» e que passa pelo centro da Terra] dividindo a terra em duas partes iguais, o hemisfério Norte e o hemisfério Sul.
PARALELOS
são todos os círculos menores, simultaneamente perpendiculares ao Eixo da Terra e paralelos ao Equador.
Para cada lugar da Terra passa um paralelo chamado
PARALELO DE LUGAR.
LATITUDE
é a distância, medida em graus, entre o equador e o paralelo que passa pelo lugar considerado.O valor da latitude varia entre 0º (no equador) e 90º nos pólos. Ficha Informativa - Como Ler Um Mapa
TRABALHAR COM MAPAS
1. Introdução
A importância da exploração e construção de mapas na aula de História
Os mapas devem estar presentes na aula de História, pois sem eles a interacção dialéctica entre o Homem e o espaço perde significado. Há uma melhor compreensão do espaço onde decorrem os acontecimentos quando este se faz representar por mapas.
2. Classificação dos mapas
Podemos classificar mapas segundo dois princípios:
- conforme os espaços que representam
- conforme os conteúdos ou assuntos a que se referem
Isto significa que podemos ter vários mapas que representam o mesmo espaço, mas cada um deles nos dar informações diferentes sobre o que lá existe ou acontece.
Tipos de mapas:
- Mapa-Mundo ou Planisfério - representa toda a Terra.
- Mapa Geral - representa um ou mais continentes.
- Mapa Particular - representa uma nação ou grande região. É útil para observar áreas com grande pormenor.
- Mapa Físico - refere aspectos físicos, como relevo, hidrografia, clima, vegetação.
- Mapa Humano - refere a densidade populacional, a separação dos países, o tipo de povoamento, a distribuição das raças de pessoas.
- Mapa Económico - pode representar a distribuição e criação de animais, as culturas agrícolas, os recursos minerais ou piscatórios, as zonas industriais.
3. Exploração de Mapas - Elementos a ter em conta e sua etapas:
- 1ª Etapa - Observação do mapa
- Título - indica-nos o conteúdo geral do mapa.
- Escala - permite-nos comparar as distâncias do mapa com as distâncias reais.
- Legenda - permite-nos fazer a leitura do mapa através de sinais (cores, símbolos).
- Identificação das áreas geográficas - identificação de continentes, oceanos, países, localidades, rios, relevo, através da qual podemos relacionar os factos ou realidades históricas entre si e concluir sobre a importância de determinadas áreas geográficas.
- 2ª Etapa - Interpretação do mapa
Depois da identificação das áreas geográficas consegue-se compreender que estas têm a ver com o conteúdo indicado pelo título e perceber todas as informações que podemos retirar do mapa. Ainda compreender o significado dos sinais da legenda e perceber o modo como estão distribuídos no mapa ou as quantidades que querem representar.
- 3ª Etapa - Aquisição de novos saberes
Através do mapa o aluno pode tentar encontrar o motivo pelo qual as informações recolhidas acontecem naquele local ou que relação têm com outros conhecimentos que o aluno já possua desse mesmo local. Desta forma, o mapa pode ser um contributo para aquisição de novos saberes.














