3.5 O MUNDO MAIS PERTO DE NÓS
3.5.1 Os transportes e as comunicações
Acessibilidade de pessoas, bens e ideias
Esbatimento das fronteiras
3.5.2 Espaços em que Portugal se integra
Comunidade Europeia
Organização das Nações Unidas.
Conceitos/noções básicas:
Distância-custo
Telecomunicações
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam contrastes na distribuição das redes de transportes e comunicações no espaço português;
relacionam a distribuição das redes de transportes com a acessidades de pessoas, bens e ideias;
reconheçam alterações decorrentes das relações de Portugal com a Europa e o Mundo, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
se saliente a organização da rede de estradas e caminhos de ferro, os princiopais portos fluvais e marítimos e a rede aérea nacional, evidenciando os contrastes existentes no espaço português, no que se refere à densidade das redes;
se salientem as vantagens de cada tipo de transporte, no que se refere a confronto, rapidez e custo;
se evidencie a importância do desenvolvimento dos transportes e telecomunicações, no aumento da acessibilidade, na facilidade de contactos nacionais e internacionais, permitindo o esbatimento das fronteiras;
se localizem os principais eixos de comunicação que ligam Portugal à Europa e ao Mundo;
se faça uma referência breve aos vários conjuntos espaciais em que Portugal se integra;
se saliente a importância da integração de Portugal na Comunidade Europeia e na ONU.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
inquérito/pesquisa sobre a rede rodoviária e ferroviária que serve a localidade da escola, relativamente ao transporte de passageiros e mercadorias (se existir porto fluvial ou marítimo, poderá fazer-se a pesquisa relativamente às razões da sua importância, número de passageiros e mercadorias transportadas, etc.…);
observação e interpretação de mapas com a rede ferroviária actual e comparação com os mapas referentes à segunda metade do século XIX;
observação e interpretação de mapas com a rede rodoviária;
localização, em mapas, dos principais portos fluviais e marítimos e comparação com os exsitentes no século XIII;
marcação, num planisfério, das principais rotas marítimas e aéreas a partor de Portugal;
elaboração de planisférios em que se assinalem os países membros da Comunidade Europeia, os países de língua oficial portuguesa e os países membros de organizações dependentes da ONU (OMS, FAO, UNESCO, UNICEF…);
intercâmbio de materiais e correspondência com escolas de países que integram a Comunidade Europeia e com países lusófonos.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 5
* Conceitos já abordados no 1.º ciclo.** Subtema de tratamento mais aprofunda
do.
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11 de agosto de 2010
PLANIFICAÇÃO: 3.4. COMO OCUPAMOS OS TEMPOS LIVRES
3.4 COMO OCUPAMOS OS TEMPOS LIVRES
3.4.1 O lazer
Tipo de equipamento
Distribuição e contrastes
Impacte do turismo no ambiente
3.4.2 Importância das áreas de protecção da NaturezaConceitos/noções básicas:
Lazer
Turismo
Mês seco
Reserva natural
Paisagem*
Ambiente*.
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam contrastes na distribuição dos equipamentos culturais e desportivos;
desenvolvam atitudes de socialidade e solidariedade, mostrando-se interessados pela melhoria da qualidade de vida da comunidade e pela preservação do património natural e cultural.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
se efectue um levantamento das actividades e dos equipamentos culturais (museus, bibliotecas, teatros, grupos corais, grupos de dança folclórica, artesanato…) e desportivos (clubes, associações pavilhões, estádios, etc.) existentes na localidades da escola, estabelecendo comparações com outras localidades de características diferenciadas;
se destaque a existência de diversos tipos de turismo (balnear, de montanha, termal, religioso, rural, etc.) e se localizem os grandes espaços turísticos;
se relacione o turismo balnear e de montanha com as características climáticas das regiões onde se inserem;
se evidenciem, de uma forma sucinta, as modificiações que o turismo provoca na organização do espaço, nomeadamente no que se refere a migrações, abastecimento, tipo de produtos consumidos, empregos, actividades que origina, etc., assim como as principais incidências sobre a qualidade do ambiente;
se saliente a necessidade de proteger determinadas áreas, lugares e objectos, tendo em vista a preservação dos ecossistemas naturais e dos valores de ordem paisagísticas e cultural, evidenciando a importância do poder central e local nesta preservação;
se evidenciem algumas formas de organização activa das populações na reoslução de problemas relacionados com o ambiente.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
inquérito ou outra técnica de recolha de dados para averiguar as formas de lazer da população da localidade;
localização, na planta da localidade ou do bairro, dos centros culturais e desportivos;
recolha de dados históricos sobre os centros culturais e desportivos existentes na localidades ou no bairro;
pesquisa, em trabalho de grupo, relativa a costumes, tradições, música e cantares, danças, gastronomia, artesanato, casas típicas, trajes da sua região;
intercâmbio, por correspondência, com outras escolas do País sobre o mesmo assunto;
realização de pequenas exposições, integradas nas actividades da Área-Projecto, com o material recolhido;
elaboração, individualmente ou em grupo, de um pequeno estudo sobre o tipo de turismo dominante na localidade da escola ou nos locais onde os alunos passam férias;
leitura de gráficos termopluviométricos de áreas de turismo balnear, registando o número de meses secos;
localização, em mapas, dos principais espaços turísticos;
leitura de textos e notícias de jornais, sempre que possível locais ou regionais, referentes a problemas ambientais;
localização, em mapas, das principais reservas naturais e, em plantas da localidade, de parques, jardins, monumentos, etc.
elaboração de pequeno trabalho de projecto mutidisciplinar, integrado nas actividades da Área-Projecto, referente a um problema existente na localidade em que os alunos vivem.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 8
3.4.1 O lazer
Tipo de equipamento
Distribuição e contrastes
Impacte do turismo no ambiente
3.4.2 Importância das áreas de protecção da NaturezaConceitos/noções básicas:
Lazer
Turismo
Mês seco
Reserva natural
Paisagem*
Ambiente*.
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam contrastes na distribuição dos equipamentos culturais e desportivos;
desenvolvam atitudes de socialidade e solidariedade, mostrando-se interessados pela melhoria da qualidade de vida da comunidade e pela preservação do património natural e cultural.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
se efectue um levantamento das actividades e dos equipamentos culturais (museus, bibliotecas, teatros, grupos corais, grupos de dança folclórica, artesanato…) e desportivos (clubes, associações pavilhões, estádios, etc.) existentes na localidades da escola, estabelecendo comparações com outras localidades de características diferenciadas;
se destaque a existência de diversos tipos de turismo (balnear, de montanha, termal, religioso, rural, etc.) e se localizem os grandes espaços turísticos;
se relacione o turismo balnear e de montanha com as características climáticas das regiões onde se inserem;
se evidenciem, de uma forma sucinta, as modificiações que o turismo provoca na organização do espaço, nomeadamente no que se refere a migrações, abastecimento, tipo de produtos consumidos, empregos, actividades que origina, etc., assim como as principais incidências sobre a qualidade do ambiente;
se saliente a necessidade de proteger determinadas áreas, lugares e objectos, tendo em vista a preservação dos ecossistemas naturais e dos valores de ordem paisagísticas e cultural, evidenciando a importância do poder central e local nesta preservação;
se evidenciem algumas formas de organização activa das populações na reoslução de problemas relacionados com o ambiente.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
inquérito ou outra técnica de recolha de dados para averiguar as formas de lazer da população da localidade;
localização, na planta da localidade ou do bairro, dos centros culturais e desportivos;
recolha de dados históricos sobre os centros culturais e desportivos existentes na localidades ou no bairro;
pesquisa, em trabalho de grupo, relativa a costumes, tradições, música e cantares, danças, gastronomia, artesanato, casas típicas, trajes da sua região;
intercâmbio, por correspondência, com outras escolas do País sobre o mesmo assunto;
realização de pequenas exposições, integradas nas actividades da Área-Projecto, com o material recolhido;
elaboração, individualmente ou em grupo, de um pequeno estudo sobre o tipo de turismo dominante na localidade da escola ou nos locais onde os alunos passam férias;
leitura de gráficos termopluviométricos de áreas de turismo balnear, registando o número de meses secos;
localização, em mapas, dos principais espaços turísticos;
leitura de textos e notícias de jornais, sempre que possível locais ou regionais, referentes a problemas ambientais;
localização, em mapas, das principais reservas naturais e, em plantas da localidade, de parques, jardins, monumentos, etc.
elaboração de pequeno trabalho de projecto mutidisciplinar, integrado nas actividades da Área-Projecto, referente a um problema existente na localidade em que os alunos vivem.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 8
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3.4. COMO OCUPAMOS OS TEMPOS LIVRES,
PLANIFICAÇÃO,
PORTUGAL HOJE
PLANIFICAÇÃO: 3.3. AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS QUE DESENVOLVEMOS
3.3. AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS QUE DESENVOLVEMOS
3.3.1 O mundo do trabalho
População activa e não activa
Sectores de actividade
3.3.2 As principais actividades económicas
Repartição espacial
Conceitos/noções básicas:
População activa
População não activa
Desemprego
Sectores de actividade
Sctor primário
Sector secundário
Sector terciário
Actividades produtivas
Actividades não produtivas
Serviços
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS —
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam os principais contrastes na distribuição das diversas actividades económicas no espaço português;
identifiquem algumas transformações no espaço português relacionadas com o surgimento de novas actividades.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
o estudo do subtema se faça evidenciando a diferença entre população activa e não activa, introduzindo o conceito de desemprego;
se refiram os sectores de actividade e principais actividades neles incluídas, salientando a diferença entre as produtivas e não produtivas;
se estabeleçam os principais contrastes na repartição das actividades económicas, no que se refere a áreas rurais/áreas urbanas, pequenos centros urbanos/grandes centros urbanos.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
inquérito à população escolar sobre as diferentes actividades desenvolvidas pelos pais e parentes próximos; registo dos dados obtidos e caracterização das actividades predominantes na região em que a escola se insere;
observação e interpretação de mapas e gráficos com a distribuição da população por sectores de actividadse e comparação com épocas anteriores;
observação/interpretação diapositivos e filmes sobre as actividades económicas nas áreas rurais e urbanas;
visitas de trabalho a explorações agrárias, pecuárias, escolas de pesca, unidades industriais, mercados, etc. (a selecção da visita deve ser feita de acordo com os recursos existentes na região).
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 8
3.3.1 O mundo do trabalho
População activa e não activa
Sectores de actividade
3.3.2 As principais actividades económicas
Repartição espacial
Conceitos/noções básicas:
População activa
População não activa
Desemprego
Sectores de actividade
Sctor primário
Sector secundário
Sector terciário
Actividades produtivas
Actividades não produtivas
Serviços
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS —
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam os principais contrastes na distribuição das diversas actividades económicas no espaço português;
identifiquem algumas transformações no espaço português relacionadas com o surgimento de novas actividades.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
o estudo do subtema se faça evidenciando a diferença entre população activa e não activa, introduzindo o conceito de desemprego;
se refiram os sectores de actividade e principais actividades neles incluídas, salientando a diferença entre as produtivas e não produtivas;
se estabeleçam os principais contrastes na repartição das actividades económicas, no que se refere a áreas rurais/áreas urbanas, pequenos centros urbanos/grandes centros urbanos.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
inquérito à população escolar sobre as diferentes actividades desenvolvidas pelos pais e parentes próximos; registo dos dados obtidos e caracterização das actividades predominantes na região em que a escola se insere;
observação e interpretação de mapas e gráficos com a distribuição da população por sectores de actividadse e comparação com épocas anteriores;
observação/interpretação diapositivos e filmes sobre as actividades económicas nas áreas rurais e urbanas;
visitas de trabalho a explorações agrárias, pecuárias, escolas de pesca, unidades industriais, mercados, etc. (a selecção da visita deve ser feita de acordo com os recursos existentes na região).
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 8
PLANIFICAÇÃO: 3.2. OS LUGARES ONDE VIVEMOS
3.2 OS LUGARES ONDE VIVEMOS
3.2.1 Os campos: os vestígios do passado e as mudanças
Tipos de povoamento
Condições de vida
3.2.2 Os centros urbanos: áreas de atracção da população
Dimensão e crescimento
Condições de vida
3.2.3 Problemas da vida quotidiana nas cidades e nos campos
Acessibilidade
Níveis de conforto
Conceitos/noções básicas:
Povoamento
Povoamento rural
Povoamento disperso
Povoamento agrupado
Povoamento urbano
Distância-tempo
Equipamento colectivo
Saneamento básico
Nível de conforto
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam diferenças entre os modos de vida rural e urbano, sensibilizando-se para os conceitos de diferença/contraste;
identifiquem aspectos reveladores de mudanças e permanências na organização do espaço português;
relacionem desigualdades de desenvolvimento existentes no espaço português com condições de acessibilidade.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
se saliente, através de exemplos, a existência de diversos tipos de povoamento, desde o rural ao urbano, referindo as principais diferenças entre as formas tradicionais de povoamento rural;
se refiram as condições de vida, no campo, no que se refere à habitação, vestuário, equipamentos colectivos, modos de vida, etc. …, comparando-as com as condições de vida no século XIX;
se evidencie a localização e a dimensão relativa dos principais centros urbanos, realçando, para o centro urbano mais próximos da escola, a sua origem e crescimento;
se refiram as condições de vida nos centros urbanos, nomeadamente no que se refere à habitação, rede viárIa, equipamentos colectivos, modo de vida, etc…;
se salientem as vantagens e inconvenientes da vida num e noutro espaço (rural e urbano, relativamente a facilidades de circulação e contactos, cultura e assistência médica, poluição, segurança, etc…;
se explicitem, de forma sucinta, as principais competências dos órgãos de poder local, no que se refere aos aspectos considerados.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES —
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
observação de mapas com diferentes tipos de povoamento;
observação de gravuras, diapositivos e filmes relativos a áreas de povoamento diferenciado;
elaboração, em articulação com outras disciplinas, de um estudo de caso relativo à localidade onde se situa a escola (se a escola se situar num grande centro urbano, o estudo deverá restringir-se ao bairro);
correspondência com outras escolas e intercâmbio de materiais relativos ao tema;
inquérito, a realizar pelos alunos, sobre a qualidade de vida no meio rural e no meio urbano, fazendo intercâmbio com escolas situadas em localidades com características diferentes.
visita de trabalho à sede de um órgão autárquico oiu a uma assembleia de freguesia;
entrevistas/inquéritos a responsáveis autárquicos ou a munícipes, relativas a actividades dos órgãos e ou a problemas existentes na localidade.
exposição de trabalhos realizados, integrada nas actividades da Área-Projecto.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 10
3.2.1 Os campos: os vestígios do passado e as mudanças
Tipos de povoamento
Condições de vida
3.2.2 Os centros urbanos: áreas de atracção da população
Dimensão e crescimento
Condições de vida
3.2.3 Problemas da vida quotidiana nas cidades e nos campos
Acessibilidade
Níveis de conforto
Conceitos/noções básicas:
Povoamento
Povoamento rural
Povoamento disperso
Povoamento agrupado
Povoamento urbano
Distância-tempo
Equipamento colectivo
Saneamento básico
Nível de conforto
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam diferenças entre os modos de vida rural e urbano, sensibilizando-se para os conceitos de diferença/contraste;
identifiquem aspectos reveladores de mudanças e permanências na organização do espaço português;
relacionem desigualdades de desenvolvimento existentes no espaço português com condições de acessibilidade.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
se saliente, através de exemplos, a existência de diversos tipos de povoamento, desde o rural ao urbano, referindo as principais diferenças entre as formas tradicionais de povoamento rural;
se refiram as condições de vida, no campo, no que se refere à habitação, vestuário, equipamentos colectivos, modos de vida, etc. …, comparando-as com as condições de vida no século XIX;
se evidencie a localização e a dimensão relativa dos principais centros urbanos, realçando, para o centro urbano mais próximos da escola, a sua origem e crescimento;
se refiram as condições de vida nos centros urbanos, nomeadamente no que se refere à habitação, rede viárIa, equipamentos colectivos, modo de vida, etc…;
se salientem as vantagens e inconvenientes da vida num e noutro espaço (rural e urbano, relativamente a facilidades de circulação e contactos, cultura e assistência médica, poluição, segurança, etc…;
se explicitem, de forma sucinta, as principais competências dos órgãos de poder local, no que se refere aos aspectos considerados.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES —
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
observação de mapas com diferentes tipos de povoamento;
observação de gravuras, diapositivos e filmes relativos a áreas de povoamento diferenciado;
elaboração, em articulação com outras disciplinas, de um estudo de caso relativo à localidade onde se situa a escola (se a escola se situar num grande centro urbano, o estudo deverá restringir-se ao bairro);
correspondência com outras escolas e intercâmbio de materiais relativos ao tema;
inquérito, a realizar pelos alunos, sobre a qualidade de vida no meio rural e no meio urbano, fazendo intercâmbio com escolas situadas em localidades com características diferentes.
visita de trabalho à sede de um órgão autárquico oiu a uma assembleia de freguesia;
entrevistas/inquéritos a responsáveis autárquicos ou a munícipes, relativas a actividades dos órgãos e ou a problemas existentes na localidade.
exposição de trabalhos realizados, integrada nas actividades da Área-Projecto.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 10
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3.2. OS LUGARES ONDE VIVEMOS,
PLANIFICAÇÃO,
PORTUGAL HOJE
PLANIFICAÇÃO: 3.1. A POPULAÇÃO PORTUGUESA NO LIMIAR DO SÉCULO XXI
3. PORTUGAL HOJE
3.1 A POPULAÇÃO PORTUGUESA NO LIMIAR DO SÉCULO XXI
3.1.1 A evolução da população portuguesa
As variações da natalidade e da mortalidade
A mobilidade da população
3.1.2 Características da população portuguesa
Composição por idade e por sexo
3.1.3 Distribuição espacial da população portuguesaConceitos/noções básicas:
População absoluta
Natalidade
Mortalidade
Crescimento natural/saldo fisiológico
Grupo etário
Envelhecimento da população
Densidade populacional
Área atractiva
Área repulsiva
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam diferenças/contrastes na distribuição espacial da população portuguesa;
compreendam a evolução da população portuguesa, estabelecendo relações entre o passado e o presente.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
se efectue o estudo da evolução da população portuguesa, salientando a evolução global da população absoluta no continente e nas ilhas desde o início do século XX, considerando na explicação dessa evolução, as variações da natalidade, da mortalidade e da mobilidade da população no esmo período;
se refiram, em relação à emigração, apenas algumas das causas, os principais distritos de saída e a variação, ao longo do século XX, dos países de destino;
se efectue o estudo das características da população, evidenciando o peso relativo dos três grupos etários (jovens, adultos e velhos) e do número de homens/mulheres na estrutura demográfica portuguesa;
se destaque a desigual distribuição espacial da população, as áreas de maior e menor concentração e se refiram, de forma sucinta, os principais factores,de forma a introduzir os conceitos de área atractiva e área repulsiva;
se recupere, sempre que oportuno,a informação sobre a situação demográfica do país em períodos anteriores, comparando-a com a situação actual.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
construção de árvores genelógicas dos alunos , através do conhecimento próprio ou de inquérito/pesquisa, tendo como objectivo averiguar, em relação aos ascendentes:
lugares de nascimento;
ocupação;
idade atingida;
número de mulheres e de homens, etc.;
leitura de textos e audição de poemas ou canções relativas à emigração;
observação e interpretação de quadros estatísticos e gráficos relativos à população absoluta, à emigração/imigração e composição por idade e sexo.
divisão da turma em grupos para estudo do distrito de residência e de um distrito com características diferentes, devendo executar-se as seguintes actividades:
elaboração de um quadro com a indicação da população total por concelho, em 1970 e 1991, a fim de averiguar aqueles cuja população diminuiu;
cartografia dos dados obtidos, utilizando apenas duas classes; colocação de hipóteses muito simples para explicação dos factos; divulgação do trabalho à turma;
observação e interpretação de mapas com a distribuição da densidade de população no continente e nas ilhas nos mesmos períodos.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 10
3.1 A POPULAÇÃO PORTUGUESA NO LIMIAR DO SÉCULO XXI
3.1.1 A evolução da população portuguesa
As variações da natalidade e da mortalidade
A mobilidade da população
3.1.2 Características da população portuguesa
Composição por idade e por sexo
3.1.3 Distribuição espacial da população portuguesaConceitos/noções básicas:
População absoluta
Natalidade
Mortalidade
Crescimento natural/saldo fisiológico
Grupo etário
Envelhecimento da população
Densidade populacional
Área atractiva
Área repulsiva
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
reconheçam diferenças/contrastes na distribuição espacial da população portuguesa;
compreendam a evolução da população portuguesa, estabelecendo relações entre o passado e o presente.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
se efectue o estudo da evolução da população portuguesa, salientando a evolução global da população absoluta no continente e nas ilhas desde o início do século XX, considerando na explicação dessa evolução, as variações da natalidade, da mortalidade e da mobilidade da população no esmo período;
se refiram, em relação à emigração, apenas algumas das causas, os principais distritos de saída e a variação, ao longo do século XX, dos países de destino;
se efectue o estudo das características da população, evidenciando o peso relativo dos três grupos etários (jovens, adultos e velhos) e do número de homens/mulheres na estrutura demográfica portuguesa;
se destaque a desigual distribuição espacial da população, as áreas de maior e menor concentração e se refiram, de forma sucinta, os principais factores,de forma a introduzir os conceitos de área atractiva e área repulsiva;
se recupere, sempre que oportuno,a informação sobre a situação demográfica do país em períodos anteriores, comparando-a com a situação actual.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
continuação da organização do atlas da aula;
construção de árvores genelógicas dos alunos , através do conhecimento próprio ou de inquérito/pesquisa, tendo como objectivo averiguar, em relação aos ascendentes:
lugares de nascimento;
ocupação;
idade atingida;
número de mulheres e de homens, etc.;
leitura de textos e audição de poemas ou canções relativas à emigração;
observação e interpretação de quadros estatísticos e gráficos relativos à população absoluta, à emigração/imigração e composição por idade e sexo.
divisão da turma em grupos para estudo do distrito de residência e de um distrito com características diferentes, devendo executar-se as seguintes actividades:
elaboração de um quadro com a indicação da população total por concelho, em 1970 e 1991, a fim de averiguar aqueles cuja população diminuiu;
cartografia dos dados obtidos, utilizando apenas duas classes; colocação de hipóteses muito simples para explicação dos factos; divulgação do trabalho à turma;
observação e interpretação de mapas com a distribuição da densidade de população no continente e nas ilhas nos mesmos períodos.
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